THE CULT CFFC

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quarta-feira, 22 de julho de 2009

CULT FOREVER FOREVER CULT


Gravação do próximo album do cult

THE CULT gravando no estudio um futuro album , dezembro de 2009 foto com o baterista JOHN TEMPESTA com uma genuina LUDWIG imortalizada pelo maior baterista da historia mundial JOHN HENRY BONHAM do Led Zeppelin






Ian no rio de janeiro vestido de frentista de posto e careca e fotos da tour seguinte.


THE CULT flertando com o Grunge rock e musica eletrônica em 93



THE CULT 89 auge da fama

Ian astbury na porta do Bowery electric em Manhattan ny city , onde se apresenta sob o nome de SOFT REVOLT









Paul Mccartney visita o cult durante a finalizaçao do album BEYOND GOOD AND EVIL





























IMAGENS de todas as fases [Clique nas fotos para amplia-las ok !]

A banda de hard rock mais ´´cult ´´do mundo , em uma biografia não autorizada , completissima e extremamente informativa ,retirada de fontes seguras e de fruto de um trabalho de pesquisa e colecionismo que começou em 1986 ,e se arrasta até os dias presentes , com depoimentos dos próprios integrantes do THE CULT , fãs , entrevistas de jornais , matérias especializadas etc...

Caso vc tenha algum fato inédito e queira inclui-lo na biografia , mande-nos por depoimento e será um prazer inclui-lo na biografia .

O CULT é um mistura de influências importantissimas de grandes nomes do rock mundial como : Doors , Led zeppelin , Ac dc , David bowie , Iggy pop , Free , Sex pistols , Deep purple , Black sabbath , Alex sensational harvey band, Sister of mercy , Jimi hendrix , janis joplin e tantas outras não citadas aqui ;

LINK pra baixar discos do cult oficiais e bootlegs raros . copie e cole no seu navegador :

http://lokaldensayo.blogspot.com/2009/04/cult.html


Caso vc tenha dificuldade em saber de que fase ou quem esta nas fotos publicadas , mande nos email ou comentario e tiraremos sua dúvida


´´EU SOU UM HOMEM POBRE , MAS DE INTERIOR RICO´´

Ian robert astbury




THE CULT BIOGRAFIA [fatos isolados] continuação :



.STEPEHN HARRIS , mais conhecido como Kid ´´haggis´´chaos ,Zodiac mindwarp & Love reaction , ex-baixista do Cult , ex-baixista do Guns and roses , Four horsemen e carreira solo , não só resolveu abandonar a carreira de rockstar como se graduou em Medicina em maio de 2008 , na Universidade de Columbia Nova york, pela Faculdade de Medicina Monte sinai , depois de uma carreira como musico por varias bandas e de enfrentar problemas com a DISLEXIA [dificuldade de aprendizado , fala e escrita] .
Haggis teve problemas de aprendizado e dificuldades escolares que o fizeram deixar os estudos e partir para o mundo do rock , qdo morava na Inglaterra , ele lutou anos contra a dislexia por não ter sido diagnosticado precocemente , foi fazer tratamento em Nova york a tempos atrás na Universidade de Columbia , e consegui vencer a doença com tratamento e medicamentos.

´´Qdo eu olho pra trás eu vejo que minha carreira no rock so teve inicio por que eu não conseguia estudar , meu colegial foi muito mal feito , odiava estudar , era terrivel , fracassava em todas as provas´´

Kid chaos sobre seu passado

Ele viajou com os médicos e alunos da da faculdade de medicina para o pais africano da Libéria , para um trabalho humanitário , tratamento de doentes e documentario cientifico e de TV .

Chamado de Haggis , e Kid chaos agora responde pelo nome de DR HARRIS ,senhor acima dos 40 anos , Ele conta que varios problemas medicos na familia , o fizeram interessar pela medicina , ele queria poder aliviar o sofrimento das pessoas .
Estarrecido com a quantidade de mulheres com cancer na região genital que ele ajudou a tratar qdo esteve na Libéria-Africa, Dr Harris o ex-baxista do cult , pretende se especializar em ONCOLOGIA-GINECOLOGICA .


.Billy duffy se casou em 2004 com a estilista e designer norte americana JENNIFER MALLINI , ex-namorada de Richie sambora , e estilista de Fred durst, Britney spears ,Puff dady entre outros , o casamento se desfez em 2007.

.Durante um show dos Holy barbarians em Turim Italia no fim de 96 , Ian astbury cantou parte da ´´MACARENA´´ em meio a The witch cover do Cult .

.A banda de rock australiana BUG GIRL lançou uma musica e video de nome IAN ASTBURY , Com vocal feminino o som deles lembra AC DC
.A ex-girlfriend de Ian astbury , RENEE BEACH a que aparece no clipe de Edie ciao baby , fez parte da produção do video da banda PLAYDEAF que se chama ANNA NICOLE , Nicole ficou milionaria ao se casar com um riquissimo senhor idoso de quase 100 anos que faleceu logo depois do casamento com a coelhinha da playboy , Anna nicole apesar de milionaria não aguentou a pressão e engordou , teve problemas com a justiça e acabou falecendo de uma overdose de drogas . Renee Beach atua em TORONTO CANADÁ

.IAN ASTBURY sobre os DOORS em 2003 em entrevista :

´´Qdo me ofereceram o trabalho de cantar com os DOORS ,as pessoas, 80% eram contra e só 20% a favor´´

´´Eu tenho que confessar que a principio eu achei ridiculo a idéia dos DOORS , cairem na estrada depois de tanto tempo com um novo cantor´´

´´Mas acontece que eu sempre amei Jim morrison e os DOORS , e eu me senti profundamente honrado e lisonjeado com o trabalho , por isso eu fui´´

´´Eu ouvi os THE DOORS a primeira vez , provavelmente aos 9 ou 10 anos , qdo eu sintonizava a radio luxemburgo em antigo radio de transistor dos meus pais , eu amava ouvir T-REX e DAVID BOWIE , mas fiquei estarrecido ao ouvir os DOORS , eles eram tão diferentes , obscuros...´´

´´Qdo eu voltei a morar no reino unido depois que viemos do canadá , eu fiquei atraido e fascinado pelos DOORS qdo li o livro NO MORE HERE GETS OUT ALIVE de JERRY HOPKINS e DANNY SUGGERMAN , aquele livro foi um tipo de BIBLIA pra mim´´

´´Minha vó frequentava uma comunidade spiritualista e eu cresci num lar pagão´´

´´Conheci pessoalmente os DOORS qdo fui convidado a fazer teste pra reviver JIM MORRISON no filme de OLIVER STONE , quem ganhou foi Val kilmer , mas ali eu conheci DANNY SUGGERMAN e os DOORS foi maravilhoso´´

´´depois da minha separação , processos e meu problema com alcool e voltei ao fundo do poço novamente , uma viagem ao Tibet , conhecer os filhos da revolução em cuba e um longo tratamento de terapia em 98 me recolocaram nos eixos´´

´´eu amo o elemento tribal dos som dos DOORS ,musica nua e crua , selvagem de verdade ,no Doors eu caminho como se tivesse num lugar elevado num paraiso´´

´´Meu desafio é ganhar o coração e a mente do publico , depois disso eu tento colocar um pouco da herança de Jim morrison na musica e a plateia me deixa confiante´´

´´Robbie e Ray queriam poder tocar sua musica de novo para os fãs , e pra mim era uma oportunidade única , foi uma maravilha pra mim´´

´´Qdo eu canto ao lado de Robbie e Ray tenho a certeza que o fantasma de Jim morrison esta observando tudo, parece que estou sintonizado na mesma frequencia dele, tocar com eles no palco e como um exorcismo pra mim ´´

Ian astbury antes do show do THE DOORS no WEMBLEY ARENA


MATT SORUM em entrevista em 2001 , fala sobre seu retorno ao THE CULT após uma longa e milionaria carreira pelo guns and roses , entre outras bandas :

´´Billy duffy foi meu hospede na minha casa no verão de 98 ,e como eu estava fazendo shows no Viper room com minha nova banda Neurotic outsiders , eu convidei ele e o Ian astbury pra fazerem alguns shows com a gente , e tocarmos juntos algumas musicas do cult ,o resultado foi maluco e muito bom , e pensei por que não reunimos a banda ? e foi isso que fizemos de cara vendemos 25 shows lotados , tudo era muito legal e a banda tava com um line up perfeito , eu me sentia muito bem , nos fizemos 7 noites no house of blues de hollywood e todas as celebridades apareciam pra ver a gente , aquilo foi fantastico a melhor fase da banda pra mim ´´

´´Eu ganhei muito dinheiro e fama com o guns and roses , comprei mansoes luxuosas , casa de campos , varios carros e meu porche preferido , mas trabalhar com axl rose não é facil , ele queria que gravassemos de madrugada até o sol clarear , eu tinha de usar drogas pra aguentar o ritmo e aquilo me fazia muito mal , eu e duff compunhamos muito bem , mas ele não nos escutava , começamos a trabalhar juntos no Neurotic oustsiders , Axl quis que gravassemos com o guitarrista PAUL HUGE , mas não demos bem com o cara e não fizemos o trabalho por que preferiamos o SLASH que além de ser um excelente guitarrista é um cara amigo de verdade´´

´´pedi encarecidamente pra que AXL aceitasse gravarmos com SLASH , ele se recusou , discutimos e ele me despediu , estava gravando algo com o CANDLEBOX no meu estudio particular em casa , eles estava hospedados lá , e comemoramos juntos a minha expulsão do guns and roses , teve até festa´´

´´Minha passagem pelo guns and roses foi bombastica , pra vc ter uma ideia , chegou a um ponto que não aguentava mais o assedios das fãs , meninas novas loucas , se escondendo dentro do meu quarto , dentro do meu equipamento da bateria , elas corriam nuas atras de mim , era demais , ficava até ruim , Axl apesar de tudo era muito inteligente , ele tinha uns lançes de convidar grandes nomes pra tocar com a gente que era fantastico , Brian may , Elton john , Lenny kravitz , Aerosmith , Axl tinha uma estratégia brilhante´´

´´Sobre qual banda eu gostei mais de tocar ? sou uma cara de sorte, muita sorte e as duas bandas são umas das melhores do ultimos 20 anos , ian é um grande vocalista ,qdo entrei pro cult em 88 , acabei conhecendo os guns and roses , Billy e slash são diferentes no estilo , e não sei te dizer qual é o melhor , os dois são ótimos , The cult é uma banda mais obscura , mais tem mais groove ,e estou com eles por que segundo eles eu sou o melhor baterista que a banda ja teve , fico feliz ,Qdo os gunners me viram ao vivo com o cult a admiração foi imediata , assim como ian e billy tbm eram fãs dos Guns and roses , principalmente qdo começaram a tocar abrindo show do cult ,o guns fez mais sucesso por que os adolescentes americanos se identificavam mais com axl , ja que Ian era um cara mais fechado e misterioso, como muita gente foi influenciada por ian astbury eu sempre pensei que o cult fosse fazer até mais sucesso que o guns and roses o que nao aconteceu , Afinal foi Ian astbury que inspirou axl rose a dar um jeito no seu cabelo ? comparem os videos de welcome to the jungle com os de sweet child of mine , a melhora no cabelo foi influencia de ian...´´

´´Hum o the cult pra mim é uma versão moderna do LED ZEPPELIN , quem sabe não gravamos outro THE SONG REMAINS THE SAME ?´´

MATT SORUM na vespera do programa JAY LENO TONIGHT SHOWu

ENTREVISTA com BILLY DUFFY sobre o album BORN INTO THIS :

ROCK BRIGADE – O The Cult passou por inúmeras idas e vindas na última década. O que os mantém na ativa, mesmo com tanta instabilidade na carreira?
BILLY DUFFY – Pra ser totalmente honesto, eu acho que tudo se baseia no desejo do Ian de querer manter a banda ativa naquele momento, entende? Não só o desejo, na verdade, mas também seu interesse e sua habilidade. Ele tem muito mais essa relação de altos e baixos com o The Cult do que eu. No meu caso, tenho um carinho constante pela banda, mas o Ian é o cara que precisa estar sintonizado a ela para que as coisas funcionem. De certo modo, eu considero que todos esses intervalos por que passamos em nossa carreira não foram necessariamente ruins, mas definitivamente não fui eu o responsável por instigá-los.

RB – Vocês passarem boa parte de 2006 em turnê e rapidamente lançaram o disco novo, no final de 2007. Vocês foram direto da tour para o estúdio e logo depois para a estrada novamente?
DUFFY – Sim. Nosso empresário nos disse que, se quiséssemos continuar com a banda e não permitir que ela se parecesse com algo meramente nostálgico, era necessário que lançássemos algum material novo. Bem, estávamos em turnê e nos divertindo bastante, por isso, dava pra sentir que havia uma boa química entre mim e o Ian para que fizéssemos um disco com o qual pudéssemos ficar satisfeitos. Nossa preocupação era fazer algo no nível de qualidade que as pessoas esperam de uma banda como o The Cult. Se conseguíssemos compor músicas com esse padrão, gravaríamos o disco. E acho que o material tem essa qualidade, sim. Foi tudo feito de forma bem despojada e até casual. O disco inteiro foi gravado em 38 ou 40 dias.

RB – De fato, é um período de tempo bem curto. Ainda mais se considerarmos alguns de seus discos anteriores, como Beyond Good And Evil. Vocês levaram mais de doze meses para gravá-lo, não?
DUFFY – Sim, mas houve bastante trampo de composição nesse período também, além de haver mais personalidades envolvidas na época. Eram personalidades bastante fortes, que, no fim das contas, não permitiram que chegássemos a um consenso acerca de diversos fatores envolvendo aquele trabalho. Além disso, você sabe, eram outros tempos. Tudo era mais pesado e difícil na época. Para mim, o ano de 2001 foi verdadeiramente o fim de uma era. Logo depois do lançamento daquele disco, vieram os atentados de 11 de setembro e a faixa de abertura do álbum era justamente chamada War. O panorama daqueles dias tornou o disco muito mais pesado e sombrio do que ele naturalmente já era – embora isso tenha sido crucial também para que muitos dos fãs que curtem nosso lado mais pesado o tenham adorado. Na verdade, muita gente gostou dele, é um disco de heavy metal bem gótico e soturno. Porém, desta vez, queríamos mesmo tentar uma abordagem diferente e fazer algo mais direto e também mais despojado.

RB – Born Into This possui uma sonoridade mais crua que aquela de Beyond Good And Evil, cujo som bastante me parece bastante polido em termos de produção. Essa crueza se deve à espontaneidade com o que o novo disco foi feito?
DUFFY – Sim, foi essa mesmo a abordagem que quisemos dar a ele. Basicamente, nós escrevemos as músicas e as levamos para a Inglaterra. Graças ao modo moderno de se gravar discos, foi possível que o nosso produtor, Martin “Youth” Glover, trabalhasse conosco no curto período de tempo que tínhamos à disposição. Nós delimitamos metas e prazos para que nada saísse do combinado. Não foi como era antes, quando dizíamos: “O disco ficará pronto quando estiver pronto.” Não! Nós estávamos trabalhando com prazos em mente – e isso nos lembrou da época de discos como Dreamtime e Love, quando a gente não gastava tanto tempo pensando demais nas coisas. Apenas gravávamos a primeira coisa que vinha às nossas mentes. Fazíamos assim naquela época e voltamos a fazer no disco novo. Acho que muita gente vai perceber isso quando escutar o CD.

RB – Vocês com certeza conseguiram dar a ele uma atmosfera de disco ao vivo.
DUFFY – E isso é difícil de se fazer quando você já está gravando discos há tanto tempo, como é o nosso caso. Mas queríamos trazer aquela vibração de volta, tanto o Ian quanto eu. Por isso, nos jogamos de cabeça no conceito e acho que foi um lance bem legal de se fazer.

RB – Vocês sempre foram dessas bandas que dão a cada disco uma identidade única, ao invés de gravarem sempre o mesmo álbum.
DUFFY – É isso que nós tentamos fazer. Mesmo assim, muitos desses discos foram gravados em intervalos imensos entre um e outro, portanto, certa diferença entre eles seria mesmo de se esperar. Esses intervalos nos deram tempo para tocar com outras bandas e outros músicos e, assim, trazer novas influências para os nossos próprios discos, contribuindo também para dar-lhes novas sonoridades.

RB – O disco foi lançado com diversas versões diferentes. Uma delas vem com um copo de cerveja de brinde, outra com um compacto de sete polegadas e, claro, há a “Savage Edition”, que inclui um segundo CD recheado de faixas bônus. O que você pessoalmente acha disso?
DUFFY – São ações de marketing interessantes, na minha opinião. Honestamente, o meu trabalho se resume a compor e gravar, mas o Ian curte bastante se envolver com essas idéias. Ele sempre se preocupou em ter o controle de diversos aspectos de nossas produções, como, por exemplo, as capas. Acho que isso tem muito a ver com o fato de termos sido originalmente uma banda pós-punk independente vinda da Inglaterra. Tal origem nunca permitiu que nos tornássemos uma espécie de corporação que outorgasse a outras pessoas o poder de fazer o que quisessem com nossa imagem. Nós gostamos de ter o controle sobre as coisas. O Ian, especialmente, se preocupa demais com isso e chega até mesmo a ser passional em relação às decisões que são feitas nessa área. Mas creio que seja legal para os fãs que o disco tenha essas versões diferentes, até porque vivemos, atualmente, uma época muito diferente no mercado da música do que há três ou cinco anos.

RB – Ah, sim, com certeza. As bandas quase que têm a obrigação de oferecer algum incentivo aos fãs para que eles se preocupem em ir até uma loja e comprar um CD hoje em dia.
DUFFY – É exatamente isso. Com o advento da internet, a música se tornou um produto sem valor para muita gente. Só daqui a alguns anos poderemos ver quais foram de fato as conseqüências disso, tanto para as bandas quanto para o público.

RB – Além das faixas bônus que se pode encontrar na “Savage Edition”, há alguma outra sobra das sessões de gravação do disco?
DUFFY – Acho que não. Nós finalizamos as doze canções que tínhamos. Bem, havia algumas idéias ainda, mas que não chegaram a passar do estágio de demos. É bem possível que voltemos a trabalhar sobre algumas delas quando chegar a hora de fazer um outro disco. Porém, não é muita coisa, não. O material que a gente tinha e que sentia que possuía potencial, foi todo utilizado no disco. Pegamos as idéias mais poderosas, juntamos todas elas e gravamos. É por isso que o processo foi bem rápido também. Não ficamos tentando melhorar as coisas que eventualmente não tivessem ficado tão legais. Só utilizamos o material mais forte mesmo. Terminamos as gravações tarde da noite em Londres, acordamos no dia seguinte e voamos diretamente para a Holanda, onde tínhamos um show. Ou seja, fomos direto do estúdio para uma turnê européia.

RB – Foi essa tour que vocês fizeram no último verão [do hemisfério norte]? Vocês foram convidados do The Who em diversas datas da turnê deles, certo?
DUFFY – Sim, fizemos alguns shows com o The Who e alguns apenas nossos. A gente queria mostrar nossa cara para a Europa outra vez. Aquele primeiro show na Holanda foi simplesmente mágico! Foi uma estréia e tanto, que nos deu toda a energia possível para as demais datas da tour.

RB – Embora vocês já estivessem excursionando com eles há algum tempo, essa foi a primeira vez que o The Cult gravou um disco com o baterista John Tempesta e o baixista Chris Wyse. Como foi trabalhar com eles em estúdio?
DUFFY – Foi como um processo de aprendizado para todos nós. Nenhum dos dois possui o mesmo background musical meu e do Ian, por isso, alguns pontos de referência tiveram que ser explicados a eles. Eles realmente vieram de universos musicais diferentes e tiveram que aprender exatamente aquilo que esperávamos deles. Como compositores, eu e o Ian sabemos perfeitamente o que queremos e deu um certo trabalho explicar isso ao demais. O [produtor] Youth fez algumas partes de baixo, mas depois trouxemos os caras para Londres. A gente gravava alguma coisa, depois ouvíamos o resultado e dizíamos: “Bem, queremos fazer aquela parte de um jeito diferente.” Acho que foi uma experiência de aprendizado legal para os caras. E, importante, era tudo feito em favor das canções, não para valorizar ou desvalorizar partes individuais, mas sim para tornar melhores cada uma das músicas. E o que quer que possa ser feito para tornar uma música melhor, será feito. Nessas horas, todo mundo deve deixar os egos de lado.

RB – Para mim, uma das faixas que se destacam imediatamente é Dirty Little Rockstar.
DUFFY – Gosto dela também. Ela possui um certo acento pop e, inclusive, estourou no Canadá. Não sei se já é um hit pop por lá, mas com certeza já é um hit rock. Nos EUA, também está indo bem, embora não tenha ainda se tornado um hit. Talvez ela seja a minha predileta também, mas é difícil dizer isso quando você foi o autor de todas aquelas músicas. O Ian sempre me diz que a gente não conseguir decidir qual a melhor é óbvio – e eu acho que é obviamente bom isso acontecer quando o disco é bom como um todo.

RB – Esse título, Dirty Little Rockstar, é dedicado a alguém em especial?
DUFFY – Não. É basicamente um comentário crítico e bem-humorado a toda aquela cena protagonizada pelas Paris Hiltons e Britney Spears da vida. Apenas uma observação a respeito daquilo, um pequeno pensamento do Ian sobre tudo isso. No entanto, as pessoas parecem realmente identificar-se com a letra, pois você precisa ver como elas cantam essa canção nos shows, especialmente na parte do refrão. É uma daquelas músicas que conectam as pessoas, entende? Porém, de modo geral, ela fala da [emissora de tevê] E! Entertainment Television e toda essa cultura de celebridades sem talento algum que eles enaltecem em sua programação.

RB – O riff de guitarra é bastante similar ao de Undercover Of The Night, dos Rolling Stones.
DUFFY – Sim, é verdade. É de certa forma parecido, mas eu não acho que vamos pagar direitos autorais para eles, não [risos]. Eles também roubaram um monte de riffs do Muddy Waters, por isso, duvido que o Keith Richards decida me processar [mais risos]. Isso seria muito hipócrita da parte dele. Musicalmente, eu gosto bastante daquele período dos Stones. Para quem aprecia curiosidades, nós já trabalhamos com o mesmo produtor que trabalhou com eles nessa música, um cara chamado Chris Kinsey. Trabalhamos com ele em Resurrection Joe. Mas, enfim, os Stones fizeram essa canção no começo dos anos 80, ela possui um groove de rock dançante, assim como a nossa música. Por isso, se pensarmos em termos de comparação, eu diria que ela soa como uma mistura de Undercover Of The Night, com licks de guitarra influenciados pelo blues do ZZ Top, linhas de baixo pós-punk e algo de músicas como Nirvana, do nosso disco Love. Em suma, ela mescla inúmeros elementos diferentes a um refrão tipicamente The Cult. Creio que ela ficará no nosso set list por um bom tempo.

RB – Vocês completaram recentemente a primeira parte da turnê feita depois que o disco foi lançado. Qual foi a resposta do público ao material novo?
DUFFY – Havia quatro músicas do disco novo no set. Os fãs parecem ter gostado do álbum, não acho que eles o tenham considerado um lixo [risos]. Aparentemente, as pessoas ficaram felizes por termos incluído Dirty Little Rockstar, Savages e Born Into This no set list. Os shows têm sido excelentes, estamos cada vez mais afiados e a banda tem soado realmente muito bem nas apresentações.

RB – Nos shows da turnê de 2006, vocês vendiam CDs ao vivo que eram gravados na mesma noite de cada concerto da tour. Tenho certeza de que aquele é o souvenir mais exclusivo que eu já comprei em todos esses anos indo a shows de rock.
DUFFY – Legal! Não estamos mais fazendo isso nessa turnê, mas eu realmente não sei por quê. Acho que eles pensaram que, como já tínhamos feito isso, seria melhor dar um tempo. Quando digo “eles”, me refiro aos nossos empresários. Mesmo assim, tem bastante coisa legal no merchandising que estamos vendendo agora. Porém, sem dúvida, aqueles CDs ao vivo foram uma ótima idéia.

RB – Em termos logísticos e técnicos, ter que gravar um disco ao vivo por noite chegou a ser um pesadelo para a banda?
DUFFY – Não há muitos artistas que já tenham feito algo desse tipo. Os Doors fizeram, nós fizemos. Mas, para nós, não fez assim tanta diferença. É o tipo de coisa que você contrata pessoas pra fazer e isso passa a ser responsabilidade delas. Foi assim que funcionou para nós. Queríamos oferecer algo especial para os fãs e creio que alcançamos esse objetivo. O Pearl Jam fez algo parecido, mas, se não me engano, você tinha que acessar algum website depois do show para conseguir a gravação. No nosso caso, queríamos oferecer a gratificação instantânea: você saía do show com um registro daquilo que você tinha acabado de ver e ouvir.

RB – Muito legal!!! Eu já voltei pra casa ouvindo o CD no carro. Uma experiência totalmente nova.
DUFFY – Pois é, nós tentamos inovar um pouco sempre que podemos. Muitas bandas se preocupam demais com isso e estão sempre se gabando de terem sido a primeira a fazer isso ou aquilo. Não é o nosso caso, mas é legal poder dizer isso de vez em quando.

RB – O novo disco saiu pela [gravadora] Roadrunner, que parece estar bastante comprometida com o grupo, ao contrário da Atlantic Records, que pisou na bola com vocês por ocasião do último disco.
DUFFY – Eles realmente foderam com a gente!!! Na verdade, o selo despediu cerca de quarenta artistas de uma só vez, incluindo o Rod Stewart, que vendeu apenas cinco milhões de discos desde então [risos]. Algum executivo estúpido apenas chegou um dia e disse: “Beleza, esses caras aqui estão todos acabados.” E mandaram todo mundo embora. A gente tinha acabado de lançar o primeiro single [de Beyond Good And Evil] e, então, voltamos ao estúdio para regravar o segundo. Queríamos que ele ficasse menos longo e não tão sombrio. Daí, fizemos a tour com o Aerosmith e mais nada. Acabou aí. Tá certo que tudo isso aconteceu na época do 11 de setembro e ninguém estava mais excursionando. O mundo pós-11 de setembro foi realmente complicado pra todo nós...

RB – É verdade. Não havia o menor clima para se lançar um single novo ou sair em turnê. Mas creio que vocês estejam felizes com a Roadrunner, certo?
DUFFY – Sim, tem sido uma parceria legal. Eles têm uma filosofia parecia com a da Beggar’s Banquet, nossa gravadora na Inglaterra. Até agora, tudo tem funcionado muito bem. O disco saiu pela New Wilderness, que é o nosso próprio selo, controlado por nós mesmos. A Roadrunner é ótima, mas eles ainda são basicamente uma gravadora de metal e nós queremos distanciar-nos um pouco disso. Talvez, no futuro, a gente até consiga trazer para a gravadora bandas de outros estilos, mais próximos daquilo que o The Cult faz. Mas, veja bem, falo isso sem qualquer falta de respeito às bandas de metal, de forma alguma. Só que nós sempre fomos uma formação mais hard rock e não quero que as pessoas se confundam. De todo modo, eles são uma ótima gravadora e até agora estamos bastante satisfeitos. Vamos ver como as coisas serão daqui pra frente.

RB – Embora você tenha estado bem ocupado com o The Cult, achou tempo para fazer o disco do Circus Diablo, que ficou muito bom.
DUFFY – Obrigado, eu também ainda o considero um trabalho muito legal. Foi uma pena eu ter sido obrigado a não aceitar fazer aqueles shows com o Circus Diablo, já que não estava muito certo de quando seria a turnê do The Cult. Mas todo mundo sabia que se tratava apenas de um projeto ao qual nós nos dedicaríamos apenas quando não houvesse outras prioridades. Com o Billy Morrison não teria sido diferente se houvesse alguma possibilidade para o Camp Freddy. Afinal, todos nós temos famílias e bocas para alimentar. Foi um pouco frustrante eu não ter conseguido achar uma maneira de fazer o Ozzfest, mas, por outro lado, eu também não estava particularmente convencido de que fazer o Ozzfest seria uma boa. Já fiz oitenta shows com o Metallica, sei como os fãs de metal se comportam, e o Circus Diablo não é uma banda de metal, mas sim de hard rock. Nós devíamos fazer shows com o Velvet Revolver, o Alice In Chains, até mesmo o Def Leppard e bandas nessa linha. Enfim, não é uma banda de metal, mas eu também não sou o chefão. Mesmo assim, a banda vai continuar. O Billy Morisson quer seguir em frente com algumas mudanças na formação, mas, com total franqueza, o The Cult é um emprego em tempo integral pra mim. Eu acho que fiz um belo trabalho de guitarras no disco [do Circus Diablo], mas foi tudo feito por diversão. O Matt Sorum tocou bateria e foi ótimo tocar com ele de novo. Nós éramos muito amigos quando ele estava no The Cult. Depois, ele saiu e seguiu seu caminho, mas sempre continuamos amigos. Hoje, ele está no Velvet Revolver e se dando muito bem. Já eu, estou de volta com o Ian, temos uma energia legal juntos, uma ótima relação artística. Mas todos somos ótimos amigos ainda.

RB – Quanto tempo vocês ainda ficarão na estrada promovendo Born Into This?
DUFFY – Depende de como suportaremos a situação. Afinal, não posso dizer que ainda gosto tanto de sair em turnê como no passado. Quer dizer, eu adoro tocar, é um trabalho fantástico, e a parte de estar ali no palco me apresentando eu seria capaz de fazer quase que de graça [risos]. Mas há as viagens, o tempo longe da família, tudo isso. Fora que eu já não acho mais tão legal assim farrear todas as noites. Ou seja, hoje existe a percepção de que estamos mesmo fazendo um trabalho, que se trata de um emprego. De qualquer modo, sei que já temos shows marcados para boa parte de 2008.

RB – A América do Sul está incluída nos planos?
DUFFY – Sim, acho que sim. Somos bastante populares por lá e eu adoraria voltar. Mas só o tempo dirá se isso será possível.

RB – O The Cult passou por diversas dissoluções ao longo da carreira. A banda permanecerá ativa assim que o ciclo de turnês para esse álbum se encerrar?
DUFFY – Eu definitivamente espero que sim. Eu sinceramente gostaria que sim [risos]. Mas essa pergunta teria mesmo que ser feita para o Ian...

[Tradução: Ricardo Franzin]

.Um fã da comunidade The cult brasil no orkut , disse que estava caminhando na praia de Jurerê internacional em santa catarina ,qdo derrepente da de cara com Matt sorum caminhando tranquilamente pela areia , ele parou o baterista , trocou algumas palavras e tirou fotos , Matt disse que desde que veio ao brasil a primeira vez em 91 com o guns and roses é fã do pais e sempre vem passar alguns dias no brasil qdo pode.



BILLY DUFFY & IAN ASTBURY sobre o album LOVE de 85 em comemoração aos 25 anos do Cult


´´Qdo fomos gravar o LOVE , fizemos um video e o audio e colocamos tudo num pacote pra nossa admnistradora enviar para o STEVE LILLYWHITE * , e escrevemos no pacote apenas STEVE , e por acaso foi parar no escritório do STEVE BROWN que tinha trabalhado com o WHAM de GEORGE MICHAEL , ele abriu o pacote viu e ouviu o material e se interessou , no começo ficamos apreensivos com medo que de fosse ficar um desastre , mas foi o contrario´´

* Steve lillywhite é um produtor inglês famosissimo que trabalhou com : Rolling stones , Big country , Morrissey , Simple minds , Abba, Chris cornell, Talking heads e uma infinidade de bandas mas que ficou famoso ao produzir varios discos do U2.

´´Qdo o agente john diggins do cult me entregou o pacote com o material do cult e eu ouvi aquilo , tomei um susto positivo , eu que ja tinha trabalhado com Bootown rats, ronnie wood , dire straits e Thin lizzy achei aquele som poderoso demais , os riffs de guitarra eram suprendentes , meu toca fitas rodou aquilo varias vezes qdo o material chegou na minha mesa , eu achei surpreendente ´´

´´Qdo eu entrei no estudio com meu assistente , Billy duffy me deu uma olhada com uma cara , o mesmo aconteceu com Ian astbury vestido com aquelas roupas diferentes e de chapéu , parecendo um bandido mexicano e eles deveriam estar pensando ?
que que aquele fodido produtor do WHAM esta fazendo aqui com a gente , acho que esse clima diferente até influenciou positivamente no album ...´´

Steve brown produtor sobre o LOVE

´´Acabamos nos surpreendendo com Steve brown , e a gravadora nos pediu para que deixassesmos ele trabalhar e que seriamos favorecidos com o trabalho dele´´

´´Sabia que o Led zeppelin tinha gravado ali e peguei um arco de violino pra imitar Jimmy page nos acordes , e she sells sanctuary tem um pouco disso´´

´´ tinhamos mudado da Situation 2 que nos enganou para gravadora Beggars banquett que nos tratou muito bem , pareciamos garotos ciganos com cabelos longos e uma guitarra branca para gravar o LOVE´´

´´Nigel preston nosso baterista não apareceu para as gravações iniciais , tinha sido preso dirigindo um carro que não era dele e ainda por cima sem carta de motorista , so gravou mesmo she sells sanctuary e infelismente tivemos que despedi-lo´´

´´ foi dificil por que ele era um amigo das antigas , desde qdo eu tocava no theatre of hate , mas ele tava muito louco por causa de drogas e ai tivemos que contratar o Mark brzezick do Big country que era experiente e amigo de Steve brown´´

´´Além dos classicos estavamos ouvindo muito Billy idol , Psicodelic furs e Killing joke na época da gravação , os estudios eram na zona rural de londres com uma atmosfera unica , até o café da manha era diferente e fizemos uma sonoridade peculiar lembrava um pouco de Sister of mercy e Play dead , Mark brzezicki em nirvana usou uma batida de bateria que se chamava sopa de ervilha , e tudo fluia de maneira fantastica , Mark fazia as batidas eu colocava os riffs e Ian pasmo com aquilo tudo colocava os vocais de improviso na hora a letra de fenix saiu em 10 minutos ´´

´´Eu tava experimentado algo de blues , colocando uma sexualidade no som da banda ,metáforas de THE DOORS , JIMI HENDRIX , estava lendo muito sobre a guerra do vietnã e sobre o filme Apocalipse now , com um pouco de Clash e MC5´´ Ian astbury

´´Jamie stewart fez um trabalho fantastico em todo album , gravamos ao todo 32 faixas para o album , durante brother wolf and sister moon , usamos o som de uns trovões e da tempestade que acontecia do lado de fora da fazenda em que gravavamos em jacob ´´

´´She sells sanctuary ja tava estourando nas radios antes do disco ficar pronto , meu filho Max , foi concebido durante as gravações do love no estudio jacob ,a banda estava super comentada na imprensa e ainda por cima fomos convidados de honra para assistir o LIVE AID organizado pelo Bob geldoff´´

relembra Steve brown

´´Steve brown estava disposto a colocar a gente pra tocar no Live aid , ja que a maioria das bandas ja tinham trabalhado com ele , inclusive o dono do festival , Ian viu nos bastidores seus amigos do ADAM and the ANTS , o Big country iria tocar e estavamos trabalhando com o batera deles , eu de quebra fui ver um show do THE WHO em Londres no sussex , mas era muito constragedor a gente ter que ir comer hamburguers com um monte de astros de rock no HARD ROCK CAFÉ que fazia o serviço de buffet do festival LIVE AID , enqto que a renda do festival seria pra matar a fome das criancinhas no sudão e africa ?´´

´´ Chegamos nos bastidores do festival , fui apresentado ao Bob geldoff , todo mundo sabia quem era a gente por que she sells estava estourada no Top 40 ,até a RAINHA que estava no camarote nos viu falando com Bob geldoff , eu com 23 anos´´

´´O chapéu de Ian astbury nos bastidores do Live aid e aquela cabeleira eram inconfundiveis´´

´´Naquela época era taboo vc ouvir Led zeppelin , The doors ou Jimi hendrix , que era justamente o que eu adorava , qdo eu ouvi Purple haze do hendrix e percebi que tinha 24 anos eu vi que o punk tinha realmente acabado , os pistols , o joy division,o clash tinham ficado definitivamente pra trás e eu fui em outra direção completamente diferente, foi um recomeço pra mim e pro cult´´

´´Não curtia os New romantics nem o Spandau ballet , tinha viajado pro japão e lá me deparei com discos do Led zeppelin raros , e justo Led zeppelin que eram uma obsessão pra mim na época era 24 horas pensando e ouvindo eles , Os Sister of mercy e o The mission estavam fazendo uma temporada no Royal albert hall e fui ve-los , eram os Hell´s angels que faziam a segurança e tinha ido me encontrar com o amigo Wayne hussey e ir ver um show do Killing joke no dia anterior , e ai eu me deparo com um cara bonito , legal e pra cima , era nada mais nada menos que JIMMI PAGE , eu e Jimmi page ele e eu somente ´´

´´A essencia do The cult sempre foi a minha guitarra e o estilo vocal do ian como se fosse um casamento mesmo ´´

DIA 5 de setembro de 1989 no Yellowstone metra arena em Billings Montana Usa , durante o ultimo show do cult em parceria com o Metallica , os caras do Metallica invadiram o palco do cult durante o show , sob uma chuva de confetes e serpentina , e vestidos de ian astbury com longas perucas negras e com pandeiro na mão , fizeram uma zona total no palco e Lars ulrich até assume os vocais e canta parte de Fire woman ao vivo com a banda , no dia seguinte o cult faria a apresentação do MTV-GRAMMY AWARDS onde a banda apareceu ao vivo pra milhares de pessoas em todo o mundo.

Aos fãs da banda , ai abaixo vai um link pra vc baixar um dos inumeros discos ao vivo com qualidade sonora nota dez que a banda lança na LOVE LIVE TOUR 2009

copie e cole no seu navegador e divirta-se :


http://rs612.rapidshare.com/files/280224604/The_Cult_-_Amos__Southend__Charlotte__NC_-_September_8__2009.rar

.Morre JIM CARROL em 11 de setembro de 2009 , escritor , musico e poeta BEAT , foi gurú dos THE DOORS e parceiro de letras de IAN ASTBURY nos DOORS , seu livro BASKETBALL DIARIES virou filme com LEONARDO DI CAPRIO e JULIETTE LEWIS sobre um jovem esportista viciado em drogas pesadas e com The cult na trilha sonora.

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